domingo, 9 de julho de 2017

"Vai bater tambor?", empresa Vivo discrimina trabalhadora umbandista e a demite

A ex-funcionária adepta da umbanda, religião de matriz africana, trabalhava na telefonia de celular Vivo. Ela diz que foi demitida após entrar em depressão e processou a empresa após gravar áudios com as provas da discriminação. Esse é um dos 36 casos de intolerância religiosa registrados pelo Ministério Público da Bahia, desde janeiro desse ano.

Você sabia disso ? - Perseguição silenciosa de Crivella à cultura negra impede samba da Pedra do Sal - Juan Dias

Foi informado através da página do facebook da roda de samba da Pedra do Sal que o evento dessa segunda feira (3) não aconteceria parcialmente por causa do mau tempo mas principalmente por causa da ação da Guarda Municipal do bispo-prefeito Marcelo Crivella. Tudo na suposta defesa do ordenamento público na região da Gamboa e do Largo da Prainha. Em vista da ofensiva da Guarda Municipal os organizadores da roda de samba cancelaram o evento da segunda feira e declararam no facebook que “Visando evitar problemas para o samba e moradores, prejuízos para o comércio local e, exposição de violência ao nosso público, decidimos, há pouco, cancelar nosso evento dessa segunda feira dia 03/07/2017”.


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Artigo de Opinião - A escola é inconstitucional

A Prova Brasil verifica se os alunos de quinto e nono anos do Ensino Fundamental desenvolveram as habilidades e competências esperadas em Língua Portuguesa e Matemática para esses estágios de escolaridade

domingo, 2 de julho de 2017

Artigo de Opinião - Um balde de água fria - Professora Alessandra Vieira




Os nazistas mantinham os judeus em fome constante. Assim, os judeus se ocupavam apenas de uma única tarefa durante o dia todo: procurar alimento, sobreviver, matar a fome imediata e urgente. Não tinham tempo e nem energia para organizar conspirações, rebeliões e planos de fuga. A vida se resumia a uma luta individualista, egoísta e solitária pela mera subsistência.

Artigo de Opinião - As escolas brasileiras ainda vão pedir para alunos comparecerem fantasiados de negros. Por Donato

Menos de um mês após uma escola particular no Rio Grande do Sul ter promovido um convescote com o tema ‘Se nada der certo’ na qual alunos debocharam de profissões menos ‘nobres’ como faxineira ou gari, não ocorre ideia mais brilhante para um outra escola do que organizar uma bizarra festa que pedia a alunos virem fantasiados de ‘favelados do Rio de Janeiro’.´

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Você sabia disso ? - As andanças de Lima Barreto pelo Rio



Antigo endereço. A única casa onde Lima Barreto morou que está preservada: imóvel, em unidade da Força Aérea Brasileira, na Ilha do Governador, é usado como alojamento - Fernando Lemos / Fernando Lemos




RIO — É preciso obter autorização em Brasília para entrar no Parque de Material Bélico da Aeronáutica, na Ilha do Governador. O acesso ao quartel é rigidamente controlado, com dois portões sempre fechados e meia dúzia de soldados armados na guarita de segurança. Lá fica guardado o arsenal de guerra da Força Aérea Brasileira no Rio, um tesouro para o corpo militar. Vencidas as etapas de acesso, surge uma casa despretensiosa do lado esquerdo na qual pouco se destaca: talvez o telhado, o alpendre e algumas mangueiras e laranjeiras ao redor. Aquela casa também guarda um tesouro, mas de outra grandeza: é o único endereço em que morou o escritor Afonso Henriques de Lima Barreto ainda preservado na cidade, embora tão modificado e usado atualmente como alojamento de soldados. Autor de uma prolífica obra de 17 volumes que inclui romances, crônicas, contos, artigos e correspondências, Lima Barreto será o autor homenageado na Feira Literária de Paraty (Flip), no mês que vem.

domingo, 18 de junho de 2017

Você sabia disso ? - Peças religiosas estão presas em acervo da polícia

RIO - Maria do Nascimento, mais conhecida como Mãe Meninazinha de Oxum, cresceu em casas de candomblé do Rio e sempre ouviu os mais velhos contarem que existia um lugar no Centro do Rio onde roupas de santo e uma infinidade de peças sagradas de religiões com matriz africana eram mantidas “aprisionadas”. Por serem consideradas provas de crimes pelo antigo Código Penal de 1890, que proibia a “prática do espiritismo, da magia e seus sortilégios”, no passado elas eram apreendidas em terreiros e guardadas na Repartição Central da Polícia, no prédio onde hoje funciona a sede da Polícia Civil.