O Rio de Janeiro vive a experiência de ter suas escolas estaduais ocupadas por grupos de estudantes das próprias unidades, como ocorreu em São Paulo e Goiás. Em São Paulo, as ocupações foram motivadas pela reestruturação da rede oficial, sem o diálogo com a comunidade escolar. Já em Goiás, foi uma reação à gestão das escolas por Organizações Sociais e à entrega de escolas para gestão pela Polícia Militar. No Rio, as pautas de reivindicação são mais pontuais. Isto é, refletem mais as necessidades de cada unidade, apesar de alguns pontos em comum. Já são dezenas unidades ocupadas, em mais de 20 municípios, e o número só cresce!