Este Blog é uma ferramenta de trabalho do Projeto Espaço de Cultura desenvolvido e ministrado pelo professor José Henrique da Silva
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Artigo de Opinião - Amor aos livros. E a elas - Flávia Oliveira
O amigo ajudava a organizar a pequena biblioteca por nome de autor. Teve a ideia de reunir homens numa prateleira, mulheres em outra. De um lado sobraram obras, de outro faltaram. “Homens escrevem mais que mulheres?”, indagou. Se escrevem, há dúvida. Certamente publicam mais que elas, especialmente ficção. Brancos também são hegemônicos. A pesquisa “Personagens do romance brasileiro contemporâneo: 1990-2004”, coordenada por Regina Dalcastagnè, da Universidade de Brasília (UnB), é precisa. Foram analisadas 258 obras de 165 escritores; homens assinaram três de cada quatro livros (72,7%); brancos, nove em dez (93,9%). É por isso que Conceição Evaristo — recusada pela Academia Brasileira de Letras (ABL), imortalizada por uma legião de fãs neste ano da graça de 2018 — costuma dizer que, para uma mulher negra, escrever é ato político, publicar, revolucionário.
Marcadores:
Academia Brasileira de Letras,
Aconteceu,
Artigo de Opinião,
Discriminação,
Leituras,
Mulher,
Preconceito,
Racismo
Artigo de Opinião - Cultura é bom negócio - Nelson Motta
Parece um pouco estranho ver a Secretaria de Cultura dentro do Ministério do Desenvolvimento Social. Pero no mucho .
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
Artigo de Opinião - "É só mirar na cabecinha ..."
Em depoimento que já está no gabinete da procuradora-geral da República, o miliciano Antônio da Silva Costa, o Tonho da Matraca, dá sua versão para o assassinato da vereadora e do motorista
Por O Dia
SÓ PODIA SER MESMO DE PERNAMBUCO
Por Fabrício Carpinejar
Só podia ser de Pernambuco a poesia geométrica de João Cabral, o teatro da vida real, a morte e vida severina.
Artigo de Opinião - Um tapinha e o silenciamento - Mariana Gino
Mariazinha começou um novo relacionamento, um namoro. No começo tudo eram flores. Palavras intensas de ternura, juras de amor, mensagens que hora lá ou hora cá são guiadas pela frase "Eu te amo" e às vezes ele, o namorado da Mariazinha, leva um belo e perfumado buquê de flores para presenteá-la . Entretanto, alguns meses, ou até dias depois, parece que tudo virou, o namorado começou a querer ter acesso às redes sociais de Mariazinha, ela acha que gostava tando dela que queria protegê-la. Depois, o namorado de Mariazinha começou a querer limitar suas redes de relacionamentos sociais afetivos. Até que em uma bela tarde de sol as palavras bonitas se tornam agressivas! E aqueles adjetivos que outrora demonstravam "amor", agora são substituídos por palavras duras, xingamento... e violência física. Quantas de nós, mulheres, conhecemos uma ou outras "Mariazinhas" ou já fomos a própria Mariazinha?
Assinar:
Postagens (Atom)



