Em minha infância provinciana, onde sempre que aparecia um circo o mundo se descortinava, o palhaço era só o "ladrão de mulher" e um maluco que fazia palhaçadas para a gente rir. Esses mensageiros nos mostram que eles são também condutores de saúde e de esperança
Por Luís Pimentel Jornalista e escritor





