terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Crônicas do Dia - Palhaço, o que é ?

Em minha infância provinciana, onde sempre que aparecia um circo o mundo se descortinava, o palhaço era só o "ladrão de mulher" e um maluco que fazia palhaçadas para a gente rir. Esses mensageiros nos mostram que eles são também condutores de saúde e de esperança

Por Luís Pimentel Jornalista e escritor

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Gosto de roçar a minha Língua na Língua de Luiz de Camões

O particípio do verbo “trazer” é muito confundido pela maioria das pessoas no ato da comunicação. O uso de expressões como “Eu tinha trago dinheiro suficiente” é bastante comum. Contudo, ou o indivíduo opta por uma forma, a qual pode não ser a correta ou fica na dúvida: trago ou trazido? 

sábado, 27 de janeiro de 2018

Artigo de Opinião - A Justiça condenou Tiradentes

Rio - Em 1792, o Tribunal da Relação do Estado Português, instalado no Rio de Janeiro desde 1752, condenou Tiradentes à forca, ao açoite depois de morto, ao esquartejamento, à exposição das partes do seu corpo ao longo do caminho que levava até a Vila Rica, atual Ouro Preto, bem como demolição de sua casa e salgamento do terreno para que nele sequer nascesse mato.

Crônicas do Dia - A síndrome da multipresença

Rio - Não são poucas as piadas que têm como pano de fundo a nossa dependência da conectividade digital através de celulares e o quanto ela está afetando as relações pessoais. Talvez a mais conhecida seja a da avó, recebendo a visita da família e ficando em meio a todos, silenciosos, cada um com suas mídias sociais.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Crônicas do Dia - A valentia de Eduardo - Gabriel Chalita

Tudo em um hospital. Eduardo tem câncer e luta para reequilibrar o seu organismo e os seus pensamentos. A mãe, sempre presente, exerce a nobilíssima profissão de disfarçar a dor. Sorri o sorriso que encontra em algum esconderijo valente dentro dela e fala sobre o futuro como quem acredita nele. Acompanhados.

Crônicas do Dia - O neofeminismo assexuado odeia o desejo - Antônio Risério

O manifesto das 100 francesas, estrelado por Catherine Deneuve, explodiu como uma bomba arrasa-quarteirão no meio do arraial neofeminista americano, com seus discursos e posturas reacionários, primando pelo obscurantismo repressivo. Não era para menos. Esse neofeminismo é uma degeneração grotesca do feminismo original da contracultura, na década de 1960, cujo libertarismo espalhou-se então pelo mundo. E sob o signo da “revolução sexual”, que hoje horroriza o neofeminismo puritano, fundado no combate ao desejo e na repulsa ao sexo.